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Manifestando Amizade.

Mais que servir de Muro das Lamentações nos momentos em que nada parece dar certo, ou que Casa da Moeda quando a situação financeira não agrada, um amigo funciona como um ser essencial para a existência de outro. São amigos e família quem dão o sentido da nossa vida e determinam por onde nós vamos e aonde vamos chegar.

Sabe-se que a amizade surgiu com o propósito de apoio mútuo, a partir da necessidade de ajuda para caçar, pescar e ter um local para se abrigar, desde os primórdios das civilizações. E essa forma de contribuição para com o outro da mesma espécie foi se desenvolvendo de maneira que se transformou em mais que um apoio, mas em um sentimento necessário para o desenvolvimento de uma vida de qualidade.

Além disso, a amizade é o fio condutor de muitas histórias. A partir da grande amizade entre Sócrates e Platão, por exemplo, que se pode ter o conhecimento das obras e ideias daquele, divulgadas por Platão, que era quase 40 anos mais novo que seu mestre. E são histórias assim, que nascem a partir de grandes amizades, que ficam marcadas e são inesquecíveis principalmente para aqueles que as protagonizam. Ainda, é comprovado através de pesquisas que uma boa relação de amizade é responsável por melhoras na saúde, qualidade de vida, carreiras profissionais, etc. Fato plenamente justificado, afinal de contas, com toda certeza uma boa relação entre amigos, que gera alegria e sentimentos prósperos, pode influenciar de forma positiva em toda a vida de um ser humano.

Nada me faz mais falta que meus amigos e família, porém a distância não foi e nem será suficiente para quebrar laços tão fortes como os que eu fiz com uma galera mais que especial. Cada um com seu jeito, com sua forma de pensamento, mas sempre prontos e presentes quando é necessário, e aí que se configura uma relação tranquila e estável. Uns mais radicais, outros mais loucos, outros mais sensatos. Assim como Sancho Pança, não importa a situação que o amigo se encontra, sempre prevalecerá o fiel escudeiro.

Amigos não se compram, nem se trocam. São conquistados de forma carinhosa e sincera, sempre respeitando a particularidade de cada um. A heterogeneidade que existe em um grupo tão repleto de inteligência e paixão, é o que configura os meus amigos como os melhores que alguém poderia ter. Saudades, meus amigos. Dessa forma exponho um dos sentimentos mais recorrentes nesses dias em que estou há algum tempo longe de casa. Espero ansiosamente por vê-los. Um grande beijo e abraço a todos que estão comigo.

Não vi Reinaldo Lima jogar, e levantar o punho pro alto comemorando seus gols. Também não vi Dadá Maravilha fazer queixo no peito ou queixo no ombro. Esses dois são incontestáveis ídolos alvinegros, e infelizmente, não tive o prazer de vê-los jogar. Porém suas imagens e inestimáveis feitios continuam vivos, seja em fotos, vídeos ou na vaga lembrança da massa. Muitos passam e são esquecidos, porém os poucos que são lembrados possuem o mesmo mérito de 40 anos atrás. Estável e duradoura é a imagem de quem passa pelo Galo e corresponde ao amor da massa.

Porém o destino me reservou algo especial, que eu nunca poderia imaginar acontecer: eu vi Marques marcar seu último gol na carreira, com a camisa do GALO, em uma final. Era o gol do título. E eu chorei.

Emoção inexplicável ao ver o meu maior ídolo dentro do Clube Atlético Mineiro colocando a bola no fundo das redes, tirando sua camisa, pendurando-a na bandeira de escanteio e a levantando como o maior símbolo da nossa nação. E eu estava lá.

Hoje, 19 de maio de 2010, Marques encerra sua carreira.  Lutou contra o vento, defendeu a camisa alvinegra com unhas e dentes, alma e coração. Driblou todos que tentaram entrar na sua frente, e passou limpo por aqueles que tentaram te derrubar. Só não conseguiu driblar o tempo.

Sobram palavras para descrever o tamanho do carinho que tenho por esse jogador, mas a emoção que me toma é demais para escrever algo digno de sua nobreza.

Marques Batista de Abreu, eterno Messias. O calango, o xodó da massa, hoje pendura as chuteiras, mas ficará para sempre nos corações e na lembrança dos milhões de atleticanos espalhados pelo mundo inteiro que tiveram o prazer de vê-lo jogar.

Os súditos se ajoelham na presença do seu rei. Os atleticanos levantam os braços e cantam, em uníssono, OLÊ MARQUES, na presença do Messias.

A ponta esquerda não seria nada sem a presença deste jovem senhor atuando por aquele lado. O futebol não seria nada sem o Messias com a bola nos pés. O atleticano não seria nada se não tivesse Marques como seu ídolo.

O nosso time é imortal. O Marques também.

Obrigado, calango. Valeu, Marques!

Sem tempo.

Preciso voltar mais aqui. Espaço de tempo apertado para escrever, mas sempre que puder, coloco algo aqui para distrair quem me visita.

Abraço a todos!

Saudades dos meus jasmins. Ultimos dias foram nostálgicos, e tudo me fez lembrar daquele jardim. Natal passou, ano novo chegando. Vida nova, ano novo, esperanças se renovam. Que essa década que vai entrar seja cheia de alegria, e que os desejos possam se realizar para todos que querem o bem.

“Junto tudo isso, justiça para dizer”.

Que venha 2010!

Eu Drummond de Andrade

Quando sai o sol, e você começa a enxergar a escuridão naquilo que parecia tudo muito claro, a tendência é desesperar. Tudo vem à tona, os momentos tristes são os mais lembrados, e aumenta a vontade de estar com quem você queria estar. As mágoas e decepções desabam de uma forma que nem o coração mais frio consegue segurar.

João amava Teresa, que amava João. A história é simplesmente essa. Não tem Maria, nem Raimundo, não tem Joaquim, muito menos Lili.

Mas a história  parou no meio do livro, sem novos capítulos, sem continuação daquilo que era pra ser best-seller. Seria um conto de fadas? Um pode achar que sim, outro que não. Depende do ponto de vista.

O que importa é que ela tinha todas as características de uma história de amor com um final feliz. Ou sem final, mas um enredo feliz.

João ainda ama Teresa, que ainda ama João. Não se sabe porque, parou por aí. Drummond poderia gostar de João com Lili, e Teresa com Joaquim, ou nenhum dos dois. Drummond, como um eterno romântico oculto, só queria que na parte que ele considerasse final, seria um final feliz.

Só se vê isso na escuridão, mas quando o sol volta a raiar, aquece o coração de Teresa, ou o de João. E aí não tem mais mágoas nem decepções, tristezas ou melancolias. Só luz, e amor.

Que seja feita a vontade do poeta. Um brinde a João e Teresa.

… dizem que ele ficou com medo de ser pego no anti-doping.

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A insanidade do ser humano.

Bom dia.

Nesta semana, o Brasil inteiro presenciou uma notícia no mínimo chocante. Foram encontradas em torno de 50 agulhas dentro do corpo de uma criança de 2 anos. O menino se queixava de dores na barriga, então sua mãe o levou ao médico, que pediu algumas radiografias e pôde constatar a presença dos objetos metálicos.

http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1415701-5598,00-MENINO+DE+ANOS+ESTA+INTERNADO+COM+AGULHAS+PELO+CORPO+NA+BAHIA.html

A pergunta que todos devem estar se fazendo: como 50 agulhas vão parar DENTRO do corpo de uma criança de 2 anos de idade? Tá certo que crianças dessa idade costumam colocar qualquer coisa na boca, mas tantas agulhas é de suspeitar que há algo de estranho.

O padastro da criança, antes suspeito de cometer tal ato de loucura, confessa ter enfiado as agulhas no menino e ter contado com a ajuda de mais duas mulheres. E ainda, afirma que uma das mulheres tem envolvimento com algum tipo de seita religiosa.

Até que ponto vai a insanidade de uma pessoa? Um caso como esse é até difícil de ser classificado, seja por demência do vagabundo que fez isso, ou por maldade. Ficamos abismados ao ver notícias como essas e pensar que pode existir, e existe, pessoas com tal grau de loucura.

É triste e revoltante ler isso. O estado de saúde da criança é grave. Algumas agulhas não poderão ser removidas. Após confessar o crime, o padastro foi encaminhado à delegacia local. As duas mulheres ainda não.

Força pro menino, e que o canalha que fez isso pague pelos seus atos, e que seja feita justiça!

Abraços, e fiquem com Deus.